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Appetence

The wonder of seeing you the next morning has been fulfilled. I know it seems like something little, something simple, but believe me, it has to me the value of a gold coin to an innocent boy. I feel like my body is not fully satisfied with dreaming of you the whole night, because once I set my waking eyes on you, my heart races in a way I have never felt before, even though the sight of your face is not entirely something new to me.

Darling, darling, darling… You’ve put a spell on me, a good one. I’m daydreaming when you’re far away, and collecting memories and sweet moments when you’re by my side; they’re all inspirations for all my thoughts and dreams.

Kicking the ashes aside, let’s smile together while holding hands, laugh of every joke, cry for every sad movie and cheer the joy of feeling each other so deeply. Yes, I’m awake, I’m all about that strong fire, the reddest fire, the best fire, the one that has many names.

I wanna take you to the other side of the mountain, where the bluest lake awaits and the bonfire we’ll light together lies. It’s a place made for us and all of our desires. Pick ‘em all, make a list, let’s tick that whole list until we need to make another one. Feel my hands as they put you to sleep under that smooth massage I’ll practice on you everyday for the sake of making it perfect… for you. It’ll be as sweet as chocolate! And every night we can have the best pizzas, the finest wine and all the Lindt Switzerland can make.

Wait, hold that smile. I want to make it eternal in my mind. That’s a picture I’m gonna take everywhere. I can’t bear to go out there with nothing in my head but the everyday happenings; I need you in my mind to make it through this stormy world, and I know you’re gonna be my shield.

Remember me when you close your eyes at night, let’s meet in our dreams. I’m gonna be waiting by your constellation.

Nebulosa de Orion

Orion Nebula

Se acordo de um estado de inatividade e me vejo em um local vazio, volto ao meu interior e ali permaneço, estável, sereno, impassível, até que, novamente, algum sino toque ao longe, me chamando, mostrando o caminho do fogo.

A noite é cheia de sinos que tocam ao longe, e este que me fez despertar teve uma melodia memorável, apetecedora, a qual me fez olhar para o horizonte com desejo irrefreável, como se minha alma tivesse fome daquilo, pois era aquela uma melodia que, lembro eu, ouvi em algum momento de minha vida, longos tempos atrás. A melodia ecoou em mim, e conseguiu acariciar cada sensível parte do meu âmago. Seria erro meu perseguir a fonte disso tudo com determinação irrefreável?

Não tardei a me deleitar com a visão daquele encanto perene. A felicidade naqueles olhos me hipnotizava, e eu venturosamente seguia. O aroma que se afixou em mim me fez levitar, e durante o instante de um piscar de olhos, toquei o céu, me senti parte de Orion e voltei. Sei que voltei apenas para novamente apreciar aquela imensa inspiração, tendo em vista que ela era a única fonte de adrenalina de toda a terra ao meu alcance.

Sinto, porém, que minhas tentativas de descreve-la e de descrever minha experiência se frustram diante da maravilhosa e praticamente indescritível realidade. Em meus olhos fica, ainda, a imensidão de sentimentos meritória de campos e mais campos de flores, de forma que, se me observo como expectador, vejo um rapaz hipnotizado pelo nada, navegando em seus pensamentos, detentor de olhos estáticos e brilhosos. Se alguma de minhas tentativas de traduzir isso tudo para letras e palavras fosse bem sucedida, teria em mãos meu eterno passaporte para aquele momento que, embora inesquecível, é também merecedor de seu espaço físico em papel, pois não deve ser perdido.

Fico preso em um questionamento: como seus olhos podem ser tudo isso? A simples visão deles, em meio à noite, é luz para meu interior. Tocar seu rosto e te apreciar é memorável. E é tudo tão natural para você. É natural para você como é, para mim, ver diamantes surgindo do ar. Essa naturalidade me captura, me mostra novos mundos em um tocar de lábios, traz noites passionais e manhãs de romance. Noites cheias de pensamentos e ações tão fortemente dotadas de paixão que tudo o que consegui sonhar durante toda a noite foi com você. Poucos jamais entenderão isto.

Começo agora a compreender sua raridade. Você esconde inestimáveis tesouros por trás dos seus numes olhos. É quase como se qualquer um pudesse passar por você sem perceber, por não ser digno disso. E nisso reside uma de minhas maiores felicidades: poder provar e viver isso. Felicidade maior seria poder te mostrar toda a sua preciosidade e te convencer de sua imparidade. Acredite em mim, você é luz na escuridão.

nebula

levstas

De uma maneira tão sutil você apareceu. Seus olhos brilhando sobre mim e seu jeito doce, ingênuo, de falar sendo como um gancho para a minha vontade. Você fez o relógio parar quando ele tinha que parar, e também fez o tempo voar quando ele precisava. Tal poder não pode ser ignorado, pelo menos não por mim. E então eu não ignorei. Decidi fazer meus olhos te verem mais frequentemente e também de forma mais intensa. Te tornaste o centro dos meus pensamentos, a razão pela qual eu escrevo; e quando meus dedos correm pelas teclas como se tivessem vida própria, sei que algo está muito certo.

Não há como ignorar tal luz que vem de um sorriso teu, e também não há como não sentir, mesmo milhas distante e com tantas montanhas e montes no caminho, energia tão forte e tão bela. És como o nascer do Sol. Brilhas mais que a Lua, à noite. E és preciosa como luz estelar. Sei que, quando meus olhos encontrarem os teus, saberei que és real e não apenas um livro que li. Eu lhe mostrarei como um coração jamais falha, jamais muda.

Forward

Amidst all the dark thoughts and nasty actions, I bet I’m able to find that one tiny grain of beauty that once ruled everything. I can’t see it yet, I can’t reach it, but still I am sure that it is there, deep down, covered with hope and faith.

You see, it’s not easy to stay the course and to remain bold when all you have ahead is pitch black sight. It’s like you’re moving towards nothing and reaching nowhere. But that’s exactly when you need to hold onto faith and believe that you’re on the right track. Voices may echo inside your head with words of disbelief, hate and anger, but you’ll have to learn how to shut them down. It’s not easy, I know it damn well, and the pain may be greater than you thought, but I can guarantee: it is worth it.

How do I know it? Well, I simply do. No, I haven’t reached my own tiny grain of beauty, but I know that each step brings me closer to it, and I don’t care how many steps I need to make it, or how many oceans I have to get around or even cross. The only thing I know is that it will all make sense in the end. Per aspera ad astra, and the hardest the path, the more beautiful and valuable the prize.

Ad Astra

ad astraUma noite tão calma, tão parada, ganha um pouco de emoção com a chegada da chuva. Cada gota no telhado é como um batimento do coração, quando as imagens de sorrisos passam pela mente daquele ser sonhador.

Na escuridão total do quarto, a única luz é a do céu noturno, tão carregado de relâmpagos. Um, dois, três, quatro… Alguns segundos depois, vem o trovão, e é como se todos os sentidos fossem ativados de uma vez só, criando a bela ilusão de lábios que se tocam, sabe-se lá por quê.

A melodia da música guia e dá ritmo à noite, as teclas do piano se misturam com as gotas, as letras surgem em suas mãos enquanto as palavras nascem, dando vida a frases que traduzem o sentimento que tanto emana de seu coração para voar por aí, tocar um outro coração… “O” coração, diga-se de passagem; este que, apontado pela Lua como o coração dos corações, é suave como seda flutuando pelo céu, e te abraça como tal, fazendo-te flutuar sobre mares e montanhas frias, mas sempre com o acalento do amor.

Depois de tanto divagar, os ouvidos mais uma vez se aguçam para a melodiosa combinação do maravilhoso som da chuva e de um ocasional – e sempre presente – Desplat.

A cada relâmpago, a cama toda se acendia, e durante estes momentos, flashes de um corpo cor de pérola se apresentavam diante dos olhos curiosos e sedentos deste homem. Em um segundo, lá estava; no outro, escuridão. Passava as mãos pelo breu para se certificar de sua sanidade, mas mesmo duvidando de si mesmo – apesar de possuir uma faísca de certeza -, esperava o próximo relâmpago, e quando ele acontecia, via ali os fios brilhantes de cabelo refletindo a luz dos céus como um espelho perfeito, e sob eles, a luz sedutora de olhos que lhe laçavam a alma e a traziam até a boca, que é o precipício do corpo do homem.

Levou a mão até ela, mas não foi rápido o bastante, e acariciou apenas o frio da noite.
Desta vez, se preparou, pronto para investir ao menor sinal de luz.

Na expectativa, o som da chuva se acentuava, e a descida de sua rua complementava os espaços vazios de som com seu escorrer de água.

Piscou, e quando abriu o olho, lá estava ela, a pele quase transparente reluzindo, a boca cerrada e a expressão serena, mas totalmente focada nele, com ar de quem quer ser pego, mas de quem não vai ceder ao primeiro toque.

Suas mãos tentam alcançá-la, e desta vez ele a toca, sentindo sob a ponta de seus dedos toda a riqueza do Sol e da Lua unidos, a união entre o frio e o quente, o claro e o escuro.

Puxa-a para si e a beija, entrelaça os braços na cintura mais abraçável que já viu, transcende.

A chuva somente parou pela manhã, depois que toda a sede de amor – aquela que se assemelha à do andarilho do deserto – tinha sido dizimada.

Você

LevstaVejo neblina densa. Se a toco, porém, não a sinto. Aspiro-a, mas meus pulmões não a sentem. Minha alma, entretanto, se incorpora a ela, se torna ampla e se estende como um lençol na ventania. Simples assim, adquiro o poder de induzir minha mente a sonhar.

Não é possível prever como serão as noites que se sucedem, pois são como tempestade, e cada uma delas tem intensidade diferente – são ora calmas, ora agitadas, ora suavemente confortantes, ora repletas de vis dores.

De qualquer forma, a cada vez que me deito, sinto nada menos do que uma intensa curiosidade. Não sei, afinal, o que há por vir, nem que situação encontrarei, quem reencontrarei ou quem conhecerei. Sei, porém que há uma figura que constantemente decide se fazer presente em meio às nebulosas imagens dos sonhos, seja como protagonista, seja como coadjuvante, ou até mesmo figurante. Para falar a verdade, até mesmo durmo com um bloco de notas ao meu lado, o qual já está pronto para receber meu relato; é meu confidente, aquele que fica sabendo em primeira mão qual foi o papel desempenhado pela tal figura, desta vez.

Troquei os seriados e os filmes da noite pelo meu próprio show, este que é particular e que acontece no palco de minha alma, alimentado por cada uma das batidas do meu coração e regido por dois: minha mente e o universo. Esse último com certeza observa atentamente cada peça apresentada em meus sonhos e, aposto, toma também suas notas, aproveita de sua condição de onisciência e puxa setas de suas anotações para adendos referentes aos meus sentimentos e à forma como reajo, mesmo dormindo, aos estímulos enviados por ele. Está, certamente, me testando, fazendo seus experimentos.

Curiosamente, eu não só deixo como aproveito, pois tomo isso tudo como dádiva divina. Como eu poderia ignorar a sutil maneira com a qual aquela figura apareceu ali, em nuvens – verdadeiras nuvens – para me dizer, de forma tão doce e inocente, e com olhos tão brilhantes, todas as palavras que foram como anzol para a minha vontade? É impossível – mesmo que eu quisesse – ignorar o poder que foi exercido sobre mim, o de parar o relógio quando ele tinha que ser parado, e o de acelerá-lo quando eu precisava. Eu, pelo menos, não posso ignorar – e não ignorei. Decidi fazer minha mente recebe-la mais vezes, e cada vez de forma mais intensa.

O resultado veio após algumas noites, quando a figura que antes aparecia como meteoritos no céu se tornou mais do que uma estrela, mais do que a própria Lua; se tornou o próprio céu.

Acordo suavemente de um sonho, e torno-te a razão pela qual escrevo este texto. Sei que quando meus dedos ganham vida e patinam pelo teclado para constituir algo assim, há algo extremamente certo.

#levstas

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Quem nunca ouviu aquela famosa frase, “as pessoas não mudam”? Ela ficou assim, tão conhecida, porque a maior parte das pessoas pode se identificar com ela. Estas pessoas viram outras pessoas que não se davam ao trabalho de tentar e outras que, apesar de qualquer esforço, jamais mudavam. Tais pessoas, apesar das circunstâncias, positivas ou negativas, viam diante de seus olhos a oportunidade de mudar – ou melhor, melhorar -, mas não a abraçavam.

É difícil entrar na cabeça de uma pessoa e desvendar os empecilhos aparentemente pétreos que a impedem de mudar. Em alguns casos, a pessoa nem mesmo sabe que os tem. E, aliás, temos que nos perguntar: as pessoas têm, mesmo, que mudar? Há uma série de questionamentos e de barreiras antes da decisão final – antes do esforço definitivo – de mudar.

Mas a única pessoa que pode mudar alguém é ela mesma. Não há esforço ou punição alheia que possa mudar alguém. Se alguma pessoa é de um determinado jeito e ainda não conhece, em seu âmago, as consequências – sejam estas direcionadas a ela mesma ou aos outros – de ser daquele tal jeito; se essa pessoa, apesar das inúmeras vezes em que deu de cara no chão, continua em seu caminho tortuoso (e isso se souber que o caminho é, de fato, tortuoso), ela não vai mudar até que, algum dia, em dado momento, algo dentro dela – algo como uma epifania – estalar um dedo e acender uma luz, delatando fielmente seus erros e abrindo a porta da possibilidade de se aprimorar.

Esta tal epifania acontece, geralmente, para aqueles que erram e, consequentemente, amadurecem. É a velha formula: más escolhas geram experiência, que gera sabedoria. A má escolha pode te trazer sabedoria, mas vai te trazer dor, que é o preço a se pagar por não ouvir aqueles que são experientes e que gostam de você; aqueles que previram seu tombo antes mesmo de você começar a andar.

Como posso falar com tanta certeza sobre este assunto? Na verdade, acho que todos têm a capacidade – e se ainda não têm, terão, um dia – de falar por conta própria. O meu caso é o da prática: vivi e aprendi. Sei, pois, tendo vivido e aprendido, que as pessoas podem, sim, mudar. Se quiserem.

Reconhecer erros, buscar – no passado distante, no passado recente, e no próprio presente – os motivos que te levam a ter o tipo de conduta que tem, entender e conhecer a si mesmo, buscar melhorar, apesar da situação estável em que se encontra… Tudo isso é extremamente importante para você. E se você se importa com as pessoas que te amam e que querem seu bem, quero que saiba que a atitude de se auto aprimorar é importante para eles também.

A melhor coisa que posso dizer, neste momento, é que eu vejo um novo mundo, agora. Mas quem mudou não foi ele, fui eu.

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